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Após quase 40 anos de serviço na Força Aérea Brasileira-FAB, foi incorporado ao acervo do Museu Aeroespacial (Musal) o C-115, FAB
2371 no dia 18 de abril de 2007.
Essa aeronave chegou aos Afonsos voando, com uma
tripulação do seu esquadrão, o 1º/9º GAV, de Manaus (AM).
Os Buffalos, estão sendo substituídos pelos CASA 295,
na FAB denominados C-105- A Amazonas.
DHC-5 (C-115) Buffalo
O DHC-5 é um avião para três tripulantes, podendo
acomodar 41 soldados ou 35 pára-quedistas, destinado a missões de transporte de
tropas e carga. Voou pela primeira vez em 1964, sendo produzidas 123 aeronaves
para mais de vinte países. Desenvolvido a partir do projeto do DHC-4 Caribou,
o Buffalo é capaz de pousar e decolar em pistas curtas, com excelente
desempenho.
O Brasil se tornou o maior operador do C-115, quando
adquiriu 24 aparelhos entre os anos 1968 e 1970. A Força Aérea Brasileira
utilizou esses aviões, de 1968 a 2007, em variados tipos de missões,
principalmente na região amazônica, onde o Buffalo se tornou parte da
paisagem. O exemplar em exposição voou com a matrícula FAB 2371 até o ano de 2006,
quando foi desativado e entregue ao Museu Aeroespacial, tendo sido colocado em
exposição em 18 de abril de 2007.
Edgard Tavol
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